ELES RECEBEM RELÓGIOS DE OURO NA JUSTIÇA

16-Nov-2012

Um funcionário que trabalhou durante 30 anos no Banco Itaú entrou na Justiça para reivindicar um relógio de ouro, prêmio recorrente na instituição financeira. E ganhou. Ele buscou também indenização por não ter sido convidado à festa tradicional para os funcionários mais antigos. O caso foi parar no Tribunal Superior do Trabalho (TST), onde o bancário obteve valor equivalente aos prêmios não recebidos.

Uma pesquisa na jurisprudência do TST, feita pelo Valor, mostra que pleitos de indenização pelo não recebimento de relógios de ouro e outros benefícios oferecidos a funcionários antigos não são incomuns. Em maio de 2011, a 6ª Turma do TST decidiu que a Volkswagen deveria pagar a um ex-diretor o valor equivalente ao distribuído aos funcionários que completam 35 anos na empresa.

Nem sempre, porém, os reclamantes são bem-sucedidos. Outro caso envolvendo funcionário do Itaú foi julgado pela 7ª Turma do TST e o relógio não foi concedido. Os ministros entenderam que o funcionário não cumpriu 30 anos de serviço, porque durante quase dez anos foi dirigente sindical e ficou afastado de suas funções.

http://www.valor.com.br

 

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